
Fitoterapia na demência de Alzheimer: O caso do Ginkgo Biloba
O extrato de Ginkgo biloba, tem sido investigado como adjuvante no tratamento da doença de alzheimer, atendendo aos seus efeitos anti-inflamatório, antioxidante e antiapoptótico.
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O extrato de Ginkgo biloba, tem sido investigado como adjuvante no tratamento da doença de alzheimer, atendendo aos seus efeitos anti-inflamatório, antioxidante e antiapoptótico.

O acidente vascular cerebral (AVC) isquémico é uma das causas de morbimortalidade mais frequente no mundo, estando os outcomes dependentes de uma rápida avaliação e atuação.

A depressão major é uma das doenças psiquiátricas mais prevalentes no mundo, estimando-se, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), que aproximadamente 264 milhões de pessoas sofram de síndromes depressivas.

Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), pilares importantes na abordagem terapêutica destas situações, têm sido bastante generalizados como antidepressivos de primeira linha principalmente devido à sua eficácia e perfil de efeitos adversos.

A perturbação de ansiedade generalizada é uma doença com um curso crónico que pode levar a uma diminuição significativa de qualidade de vida quando não tratada, condicionando impactos socioeconómicos importantes

As benzodiazepinas foram introduzidas no mercado em 1960, com o clorodiazepóxido a ser o primeiro fármaco do grupo aprovado e utilizado na prática clínica.

Ao longo dos anos foram realizados mais de 400 ensaios clínicos utilizando o extrato de Ginkgo, em áreas tão distintas como os problemas vasculares, o tratamento da perda de memória, da demência, depressão, acufenos, degenerescência macular ligada à idade e síndrome metabólica.

O fosfolípido mais frequente na membrana dos eucariotas é a fosfatidilcolina, correspondendo a citicolina à forma farmacêutica idêntica ao precursor intracelular deste fosfolípido e sendo uma fonte exógena de colina e citidina.